
Tou no descompasso, no descompasso de um samba que já acabou. Só se escuta ao longe aquela música bonita, aquela cadência amorosa. Lembranças, cheiros, toques, imagens... audiovisual... fico por aqui, vou pra aí -entre nós um universo - de nós: o universo. Me molho e me seco, me lambo e me beijo. Fico triste, descontente, alegre, estonteante... Tiradentes: cidade encantada, lugarejo cinematográfico, vida bela, surtos e loucuras cotidianas, idéias e fluxos lingüísticos. Que falta me faz. O cachorro, o cachorro na rua. Me segue, brinca, late, se diverte, deita, dorme, bebe, tropeça comigo... Tiradentes, quão fantástica é vc por um momento, quão fantásticos somos nós aí, nesse intermitente clima lúdico e acolhedor. Te espero, te quero.
Mais uma vez...
sempre.
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