
Blá, blá, blá, blá...
tou de saco cheio de tanta conversa fiada.
Retrospectivas?
Desejos?
Planos?
Gosto de uma boa gargalhada,
de preferência, alucinada.
E sabe mesmo oq eu mais quero?
Oq eu já consigo, já ando conseguindo.
Viver o novo.
Sem releituras.
Cansei delas tb; só não vou aderir ao movimento,
um pouco fascista, ou não...
não tenho nada com o certo,
e o incerto é tão bom!
Meu melhor amigo!
Meu gato é branco.
Ganhei de presente.
Isso tb é gostoso.
Um pouco de carinho,
bastante amor,
uma pitada de desejo=
tesão de vida.
Não quero ser nada,
nem quero me encaixar em nada que
possa ser imaginado,
em nenhuma expectativa.
Aprendi, depois de ter desaprendido,
a ser "eu", por mim mesma, de novo.
Sem acompanhantes diários,
sem ninguém pra me dizer oq fazer e como,
vi q a falta é psicológica.
E não é de ninguém, mas de mim mesma.
Senti muita falta de mim mesma.
Uma saudade enorme.
Não consigo entender como me distanciei tanto
...
esse ainda é o meu maior amor,
o qual eu nunca devia ter negado,
por nada, por ninguém.
Agora tudo tá certo.
Apesar de tudo.
E fico assim, relativamente tranqüila,
com a cabeça solta e pronta pra gritar,
correr, pular,realizar, beber, gozar, aproveitando
o q vier, sem imposição, nem de mim mesma.
Pq, talvez, nem eu seja uma boa companheira pra
mim, e deva me ausentar de mim às vezes;
embora sem pôr alguém no lugar q antes eu ocupava.
Esse lugar deve ficar vazio,
como é a vida: Vazia, nada, tudo, tão, muito, pouco.
Só tenho medo de mim mesma. do que se constrói na minha
cabeça, na minha loucura... isso, isso eu não domino,
nem poderia.
deixo esse animal selvagem q existe aqui,
solto, solto, livre e esvoaçante.
É bom viver a vida com certas visões de mundo.
com outras visões.
visão.
ver.
observar...
chega de conclusões e julgamentos.
chega de morais.
quero mais é a imoralidade!
e isso fica assim...
assim fico eu.
gosto das palavras incrustadas de mistérios.
gosto das pessoas cravejadas de dúvidas.
gosto dos doidos que andam solitários pelas ruas.
gosto de não ter que ser.
gosto de viajar com a mochila e boas companhias.
gosto de meus amigos gays, que me fazem ser Mata Hari.
gosto de não ter que que ter.
gosto da ausência do nojo.
gosto da ausência.
gosto dos malditos.
gosto de não ter que acreditar.
gosto, especialmente das bruxas.
E sempre me considerei uma delas.
amo os felinos,
a natureza peculiar dos gatos.
A deusa Bastet.
A musa antimusa:Cleópatra! (minha sintonia fina)
A irmã distante e presente, sempre Bárbara!
Tantas pessoas legais conheci nesse ano,
qtos amores toscos tive, tb.
Qtas transas boas e outras, nem tanto.
Qtas vidas se passaram e passam por aqui, por mim.
Vivi, vivo, vida.
quero mais.
A dissonância ainda é minha virtude favorita!
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