
Folheei, delineei.
Muito do que era continua cinza e anárquico.
Mantêm-se belamente trágico;
gotas esquizóides que espalham e formam fractais de realismos distantes.
Aprendi.
O mesmo erro cometo, que é para virar perita.
Olho para aqueles grilhões e toda aquela poesia verde, do passado.
Um dia refulgirão, ou, já refulgem e resplandecem nesse presente.
Um bem?
Um dom?
Adivinhação?
Seguimos todos.
Tolos?
Quase vemos.
Quase vivos.
Cheios de certas dúvidas, tantas duvidosas certezas.
Folheei, delineei.
Nada se me veio, nada se me vai.
Alguns pensam que conceitos e pequenas estagnações do ser ajudarão,
numa visão ampla e irrestrita,
a compreensão do outro.
De mim, posso dizer:
Tudo é experimentalismo.
Um comentário:
"Tudo é experimentalismo"...Ruim é experimentar o que nao tem gosto ou sofrer de ageusia existencial.
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