Sabe, tenho tanto aqui, que é estranho.
Me sinto estranha, estranhamente próxima...
como um Dèjá vu.
E eu tb já vi.
Já vi essas coisas humanas e humanizadas, antes anônimas,
agora humanas, amanhã silenciosas, depois sabe-se lá... somem por um tempo e voltam com uma nova forma: humana...
e isso não é sobre segurança, mas sobre sentir.
Sinto muito. Sinto. Lo sinto, tb.
E esse sentir me é benéfico.
Sabe lá, sei que as ruas daí lhe são aprazíveis por demais...
como as daqui pra mim.
E sei tb, toda essa humanidade nega e esconde, dissimula muita coisa...
como o animal, aquela besta fera, o monstro do Lago Ness, tudo isso que há em nós,
mas que a gente não assume.
Esconde atrás do humano.
Mas só eu sei de vc e só vc sabe de mim - aqui, nesse espaço.
Nada mais, nem menos.
Posso dizer que adoro esses diálogos às escuras...
me fazem escrever tb, por mais que sejam cartas ao nada.
Por outro lado, me dói...
por vc nunca querer se mostrar...
Eu sempre desnuda, não tenho esconderijos.
Enquanto vc está nas sombras, como Zilá; eu estou na luz, como Joana...
A mim tb arrepia a espinha tudo isso, isso tudo.
Tu és quem eu quero q tu sejas, e eu já sei quem és.
Esfinge...
Mesmo que não seja.
então, com ou sem personificação, definição, classificação:
boa noite!
Foi gostoso ter tido ansiedade pra te ler de novo, depois de tanto tempo.
Hoje ouvi um cd que um amigo daí me deixou aqui, um de Chat Baker.
Por fim, deixo como trilha pra agora:
Saudosismo.
e o grito de Gal!
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Um comentário:
Antes seja então aquele humano, que aos poucos passou por uma fase de... digamos.. evolução. Penso que somos tão logo energias, e em dado momento, personificamos e eis que aqui estou, ainda humano. Ainda não humano. Poso então ser apenas estimulos virtuais. Fruto de um descontrole qualquer que faz com que bits de dados sejam transformados letras igualmente.. virtuais. Como dito anteriormente... foi assim, pois foi... talvez à cargo de um destino (?). Como agora cada novo passo me surpreende... como faz tudo sentido. Inclusie quando falas sobre até uma interpretada injutiça, pois aqui eu também a enxergo como tal, assim como você pode não me enxergar minimamente como eu a enxergo.
Sei pouco além de linhas e entrelinhas. Agora sei pouco ainda, além de música que tocam todo o ambiente, que aos poucos deixa de ser escuro. Chet Baker! Como assim? Com pode você fazer outros sentidos com tamanha maestria e fazer... tudo estar em harmonia?
Eu leio e imagino. Eu escuto agora, e imagino.
Imagine agora então você:
Beirut, uma música? Procure "Nantes".
Se me prmite a procura:
http://www.youtube.com/watch?v=jc3ZAs17uAg
Postar um comentário