Li um texto seu...
olhar atento, peito um pouco apreensivo pelas novidades - inicialmente, achei que seria uma carta falanda da gente, de mim- depois achei que não, de qualquer forma, isso não importa mesmo. Aquela coisa do Pequeno Príncipe e o cuidado com o cativar...
bem, acho legal e importante se ter cuidado com o outro e especialmente não jogar, mas, em contrapartida, o outro vai até onde quer ir - ele se permite e ele tem que saber dar os limites. Tem muito de culpa nessa FILOSOFIA EXUPéRY. Embora, em outras análises, não deixa de ser uma lição de comportamento. Não para mim. já é suficiente a culpa que tenho que carregar comigo mesma e resolvê-la, muitas vezes, uma tarefa hercúlea. Portanto, em relação a mim, não se sinta culpado por nada. Ao contrário, vc, muito intimamente me ajudou a reencontrar minha ideologia ambiental.
Essas crises pelas quais passo vêm de outras épocas e agora, talvez, seja o único momento em que não estou mascarando-as e, consequentemente, enfrentando o que isso significa.
Um grande aprendizado qdo a gente se dispõe a não ser tão complacente consigo mesmo, ainda que na dor.
Quero te dizer mais uma coisa: aquela conversa rápida pela manhã, apesar de fortuita, me deixou com vontade de estabelecer aqueles nossos velhos diálogos. Se for o seu momento, seria extremamente aprazível.
SEM CULPA.
Grande beijo e não se esqueça:
humano também é assumir que o erro não é uma exceção.
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