Muito equívoco se cometeu: dos dois ou três - e ainda um quarto elemento surge repentino- vamos lá, entao: quatro. Nao, mais, muito mais, talvez cinco, seis, sete, muitos, vários. E os vários de cada um se degladiando com alguns "eus" engessados, decididos, intrínsecos a cada um desses mesmos vários. Numa especie de luta incessante e subjetiva da diversidade contra a tola vontade de homogeneizar - encontro paradoxal inserido em muitos de nós.
Interpretaçoes que teimam numa identidade, num reducionismo bobo, surdo.
Absurdo! Por que nao desadjetivar as relaçoes que criamos?
Contudo o TEMPO - lá vamos nós, outra vez - o TEMPO contém, apesar dos pesares e dos apesares.
E é APENAS dos tempos que falo, que ouso, que calo, que danço e espraio.
É com eles - eles, pois sao muitos - que busco me encontrar, que intento entrever.
Nada que almeje alcançar os céus da transcendência;
Bastaria perscrutar, ainda que fosse por um momento, o todo do tempo.
uma fresta, uma pequena ruptura e entao um outro, o rizoma.
Tempo múltiplo, vasto, imprevisível.
Entao, nao se engane.
Aqui, se fala é do Tempo! Nao existe mensagem subliminar, ou esquiva, coisa que nunca foi minha praia.
O que existe é uma tentiva, de com o tempo, produzir outras escritas, outras subjetividades, vazias de estilo - o Mesmo - , cheias de possíveis - o Outro.
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