28 de mai. de 2006

Mais um dia

Ouvi dizer que as pessoas escrevem todos os dias sobre seus afazeres, mesmo os mais embaraçosos, ou banais. Interessante. Posso fazer isso também. Vejamos se despertará em mim algum prazer.
Bem, meu dia hoje não foi muito diferente do que tem sido dos outros que se passaram. Com exceção da malhação, que fim de semana não acontece, e o fato de estar debilitada fisicamente.
Deixe-me explicar como são meus dias. Geralmente não tenho hora fixa pra acordar. Isso se deve ao fato deu não ter emprego formal. Acordo, tomo um café reforçado e vou para a academia, mas às vezes vou à tarde. Na academia tem um professor que é uma graça, desde que entrei fico de olho nele. Não é desses bombados, não. É até mirradinho Um charme. Até me chamou pra tomar cerveja, mas como diz Caetano: “Sou tímido e espalhafatoso” e eu realmente sou. Acabei protelando, não dei meu número ainda. Não, não é doce. É que a situação foi um pouco esdrúxula, como tudo na minha vida. Ele me disse: “Quer tomar uma cerveja gelada comigo qualquer dia desses?” E eu, que não esperava por aquilo, disse: “Claro! “Então, ele finalizou:” Depois me dá seu número”. E ainda não dei, falei: “certo”. Mas acho que vou fornecê-lo, quem sabe não nos divertimos juntos? Bem, pulando essa pequena digressão. Volto da academia, começo a escrever as cenas do meu filme. Mas as coisas no meu dia-a-dia nem sempre têm essa ordem, ou melhor, a maioria das vezes não têm . Quer dizer, eu não sei o que é isso. Não sei o que é ordem. Sou completamente desorganizada. E também vou ao supermercado, aqui e ali resolver os problemas domésticos. Faltou comida, faltou leite, faltou sabão em pó. Essas coisas...
Como percebe-se, minha vida não tem nada de especial, particular, novo, diferente, interessante. Mas vou mudar isso. Dia 14 de junho estou alçando vôo para São Paulo, e uma vez lá, as coisas podem modificar. Procurarei especializações em cinema, teatro, qualquer coisa, e talvez acabe indo embora dessa terra tão quente, em vários aspectos, inclusive o climático. Deixarei aqui amores mal resolvidos, mas esses, realmente devem ficar pra trás! Só não vou gostar muito de abrir mão dos poucos, mas bons amigos que fiz! Nossa! Mas já tou falando como se fosse certo! Não, nem sei ainda se realmente vou ficar em São Paulo. Como disse pra meu Amoreco* qdo estava bêbada: “Na vida, tudo é possível.”
E realmente é. Então.. não vou planejar nada, deixarei acontecer.

Acho que dei conta, né? Viajando um pouco, mas ...


*Mitchel Diniz

3 comentários:

Taty disse...

me leva junto? rs
São Paulo é tudo, um dia volto pra lá

bjos

Paula Zilá disse...

Claro! Tou mesmo precisando de companheiros de jornada!! Q tal uma especialização em cinema? Hum?
Beijos

Anônimo disse...

eu fui citado no post, eba!!
amoreco, não vai não! não deixo! assim eu morro!