Acordei hoje com o barulho das águas,
águas aquelas q nos molharam as pernas dia desses...
Meu vago olhar triste,
de certa maneira, se perdeu,
se foi...
acho q substituído por outro
talvez agora só nostálgico, com uma dose menor de melancolia.
minhas expectativas voam como os pássaros,
como aqueles q vimos à tarde,
um vôo desengonçado,solitário, perdido.
Não sei, meu caro divertido.
Não sei mesmo o que esperar e todas aquelas
idiossincrasias q já falamos algumas vezes.
Só sei q não quero o raso,
para isso, poderia
mergulhar onde a onda quebra.
Só q eu não quero levar caldo,
nem me sujar dessa areia contaminada.
Acho q farei como aquele pássaro solitário,
q não distinguimos ao certo, se estava indo bem ou
perdido.
Porque já não é isso o que importa.
Essas não são as medidas.
Ser pássaro, nem sempre solitário,
é mesmo
difícil.
Talvez eu ainda queira mergulhar no mar,
voar, ir até o obscuro...
e um dia qualquer, emergir de novo.
Não sei se como pássaro,
não mais tanto solitário,
conseguiria.
Vc, q voa por distintas paragens,
vem agora nesse intenso vôo
se unir a esta tão incomum ave,
como ave outra,
o que espera?
3 comentários:
Zilá o que a vida tem te feito é diferente do que voc~e tem feito à ela? Sempre quero saber os detalhes do momento da sua escrita!O que você estava vestindo, escutando, comendo?
Ei Sombra! Te convidei para uma brincadeira lá no meu blog...
Beijão!
juro que procurei no dicionario o que significava idiossincracia...
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