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A desgraça do escritor é querer agradar alguém. O desagrado talvez seja a saída, a falta de compromisso, da qual se precisa p/ falar sem frescura, o tempo todo. É uma pergunta mesmo inquietante e quase sempre, não corresponde ao real sua resposta. Pq qdo se diz a verdade, ninguém acredita, riem, acham graça, excentricidades, ou outras bobeiras quaisquer. Não sei pra quem escrevo, como já disse, talvez seja pra alguém q não exista, talvez, primeiramente, pra mim mesma, pra aliviar ou expurgar alguma coisa, alguma sensação qualquer, presa, contida, q precisa se esvair até a última gota. Escrevo merda e sei disso, mas não me incomodo. Hoje em dia as pessoas aprenderam a respeitar a merda. Minha merda ninguém mexe, ninguém tasca. Esse dejeto escroto é só meu, de mais ninguém; por isso sem compromisso, por isso por nada, pra ser nenhum, ser algum, ser qualquer. Que se dane! Ninguém tem nada a ver com isso ou com aquilo. Não há motivos, nem parâmetros. Será q no fundo buscamos as mesmas coisas? Duvido. Qq metáfora soaria tola, inadequada, inepta. Então, vamos às duras e certeiras representações do real, este real duvidoso e renegado. Q desconsolo!
Pq falo de amor, de tesão, de desejo?
Pq é dionisíaco, porra! Toda essa corrente apolínea, deixo pra ti e pra eles.
A imagem e imagética não são tudo, não hão de ser.
A crueldade está à espreita.
Cuidado! Não se exponha demais. Vc pode ser transformado em louco.
E isso não é bom, creia.
Isso não é bom.
A simbologia da descarga, o q se manda pro lixo ou pro esgoto, oq polui.
O verbo se fez.
E daí pra frente
a gente vive perdido
e confuso no meio
de tantas palavras sem sentido.
Pq falo de amor, de tesão, de desejo?
Pq é dionisíaco, porra! Toda essa corrente apolínea, deixo pra ti e pra eles.
A imagem e imagética não são tudo, não hão de ser.
A crueldade está à espreita.
Cuidado! Não se exponha demais. Vc pode ser transformado em louco.
E isso não é bom, creia.
Isso não é bom.
A simbologia da descarga, o q se manda pro lixo ou pro esgoto, oq polui.
O verbo se fez.
E daí pra frente
a gente vive perdido
e confuso no meio
de tantas palavras sem sentido.
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