
Hoje é dia de mascarados.
Recebo um telefonema estranho me dizendo coisas ainda mais bizarras. Devo ir?
Quero cair na folia, quero sangrar e morrer intensamente por uma noite.
Quero olhar dentro dos olhos do tigre.
E quero meus amantes enfileirados, à espera.
Doce de jaca e cachaça, suco de limão e uma bebida sem nome,
vendida por um andarilho qq.
Sempre penso em várias coisas, mais ou menos como se
tivesse várias vidas - uma atitude e reação pra cada.
Tenho me libertado bastante, jogado fora preconceitos,
receios, medos de outros e seguido em frente com
meu torto caminhar.
Gosto de gente que não se preocupa em julgar,
mas se preocupa em viver.
Com uma única e solitária vida ainda há quem faça cena e goste de
picuinha.
Eu me realizo através de mim e por mim, nunca por outros.
Não vivo como sombra, apesar de apreciar as sombras.
Vivo debaixo do sol escaldante que maltrata a minha pele.
E pq querer mais? E pq querer menos?
Onde estão as medidas?
Quem delimitou esse tempo/ espaço?
Vivo dissonante, pq assim gosto.
Por isso não me encha.
Eu quero estar passarinho.
Um comentário:
Estou... como poderia dizer... assustado até.
Foi sem querer... Juro que foi!
Mas esse contexto... e NESSE contexto! Acabei ficando aqui por horas.
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