Sabe, eu não tenho nenhuma resposta.
Nem quero ter a falta da resposta,
nem procurar por ela,
nem respirá-la.
Acho bem incrível como suas palavras me parecem conhecidas,
próximas e, ao mesmo tempo, diversas do que quer que seja.
Vejo a amplitude do que escreves e de teus sinais em código Morse,
E penso e sinto e me paraliso em movimento de inútil utilidade pública.
Preciso de mais, mais coisas, mais ação e vida e essência e ar e respiração estranha e espaçada. Vc conhece o Manoel de Barros? Um dos meus poetas favoritos.
Vc gosta de cinema e filmes? Vc ouve que tipo de música? Será que vc sou eu?
E será que eu penso o que vc pensa e eu sou o que vc é e eu atravesso o seu mundo no meu eu-seu?
Venha até aqui, até mim, até nós, mais vezes, por favor. Gosto de encantamento, do suave mistério em anonimato, que eleva, eleva sim, o pensamento em sentidos muita mais do que concretos, muito mais do que abstratos.
Au revoir, estranho desconhecido.
A vida, ela tem alguma coisa? Algo que pudesse se dar nome?
4 comentários:
eu acho que você não deve dar tanta atenção aos meus comentários. nem me colocar como algum tipo de protagonista. algo aqui não faz sentido. sinto muito...
e eu não consigo responder nada, obviamente...
não.
Nome nao tem
sem nome nao
tem
nem é
o que deveria
ou poderia
ser
se o nome
fosse
ou tivesse
sido
o que
espera
a espera
de um nome
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