22 de mar. de 2008

Nós

Sabe, eu não tenho nenhuma resposta.
Nem quero ter a falta da resposta,
nem procurar por ela,
nem respirá-la.
Acho bem incrível como suas palavras me parecem conhecidas,
próximas e, ao mesmo tempo, diversas do que quer que seja.
Vejo a amplitude do que escreves e de teus sinais em código Morse,
E penso e sinto e me paraliso em movimento de inútil utilidade pública.
Preciso de mais, mais coisas, mais ação e vida e essência e ar e respiração estranha e espaçada. Vc conhece o Manoel de Barros? Um dos meus poetas favoritos.
Vc gosta de cinema e filmes? Vc ouve que tipo de música? Será que vc sou eu?
E será que eu penso o que vc pensa e eu sou o que vc é e eu atravesso o seu mundo no meu eu-seu?
Venha até aqui, até mim, até nós, mais vezes, por favor. Gosto de encantamento, do suave mistério em anonimato, que eleva, eleva sim, o pensamento em sentidos muita mais do que concretos, muito mais do que abstratos.
Au revoir, estranho desconhecido.

A vida, ela tem alguma coisa? Algo que pudesse se dar nome?

4 comentários:

Anônimo disse...

eu acho que você não deve dar tanta atenção aos meus comentários. nem me colocar como algum tipo de protagonista. algo aqui não faz sentido. sinto muito...

Anônimo disse...

e eu não consigo responder nada, obviamente...

Anônimo disse...

não.

Anônimo disse...

Nome nao tem
sem nome nao
tem
nem é
o que deveria
ou poderia
ser
se o nome
fosse
ou tivesse
sido
o que
espera
a espera
de um nome