23 de mar. de 2008

ventania

Começo:
“oxente”!
como?
Caro, barato, pouco, muito,
Tanto faz.
Não é você que é o centro,
Nem muito sério, nem pouco.
Sou eu o centro.
Vc reflete minhas paisagens,
confunde-se comigo e meu desejo de
Mistério, não muito mais.
Sem respostas as perguntas ficam soltas, perdem o sentido,
Mas, especialmente, ganham, ganham outras novas respostas:
Distintas possibilidades.
Não me enquadre em seus modelos pré-fabricados.
Tudo é material de estudo e entrega.
Não seja tolo, o ator vive disso.
Vc seria meu alter-ego, meu movimento de escape ou divertimento.
Antes de mim - não vc - não se leve tão a sério.
Nem me leve. Nem leve. De leve.
Leve, leve.
Não sinta muito. Só sinta o bastante.
Ou sinta. Sinta, sinta.
Teve um rapaz, a moça me falou, um rapaz que se leva a sério,
atravessou o rio a braçadas,
se perdeu ou achou no horizonte. Ele me dava arrepios. Bons arrepios.
Me desnudava com a presença desconhecida.
Sou peculiar, acredito. Tenho uma visão torta ou diversa das coisas,
Não muito fanática, nem muito cética.
Creia-me, sou o vento. Estou vento.
E esse estranhamento: matéria- prima de minhas veias.

3 comentários:

Anônimo disse...

centRISTA ÉS, SEM DÚVIDA,
O CENTRO DE SEU PULSAR
PECULIAR.

Anônimo disse...

aí perdeu a graça; não quero mais voltar.

Anônimo disse...

Que divertido, mocinha.
Tantos anônimos,
vou anonimar tmbm.
huahuahuahuahua