
à noite espero tua visita norturna,
aquela que chega sorrateira e anônima,
sem dizer de onde, nem por quê.
à noite espero o contraste grosseiro,
entre o belo e o grotesco,
o feio e o que destoa.
ceticismo à moda antiga,
misturas inebriantes de desassossegos sutis.
impossibilidades irrevogáveis de vidas
que se descruzam em departamentos vis.
sombras que se lançam no sol de março.
falta um mês
um mês
e nada mais.
Um comentário:
diurna...
o que é que você quer?
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