
Eu nunca fui picada por um marimbondo. Nem por uma abelha. E eu não sou essencialmente urbana, vivi muitos dias no mato. Mas nunca fui picada. Vivo na expectativa de ser picada por um marimbondo, ou uma abelha.
Eu nunca desisto das coisas. E isso não tem nada a ver com a campanha do governo federal.
Às vezes, desisto.
Eu nunca desisto das coisas. E isso não tem nada a ver com a campanha do governo federal.
Às vezes, desisto.
Costumo detestar a superficialidade nas relações. Detesto esses amigos que são só de farra. Gosto mesmo, em tudo - sempre- de intensidade, de entrega, de sinceridade. Aquelas pessoas que vc sabe que pode contar, é delas que eu gosto.
Eu nunca sei qdo tá tudo mal, nem entendo as pessoas direito. Acho as pessoas muito complicadas. Prefiro os bichos. Eu nunca sei ficar mal com alguém. Eu amo muito, muito tudo e muito rápido e muito fácil e todo mundo. Eu nunca sei exatamente o que dizer, o que fazer, ou se devo, ou se posso, ou se quero. Porque detesto não me sentir à vontade, detesto a forçação de barra. Nem sei ao certo por que estou aqui, ou ali, ou lá. Eu nunca esqueço o que passou. Eu nunca deixo de desejar o que ainda não veio. Eu nunca sei o que eu quero. Mas isso eu já disse, então, isso eu sei. Eu sou sempre a estranha, ao contrário do livro que organizaram do Leminski, não sou uma ex-estranha, mas uma muito atual estranha. Talvez porque ainda esteja viva, qdo morrer, como ele, serei ex.
Tive sonhos bem estranhos esta noite, e ele tava em todos os sonhos. Achei estranho, enigmático e simbólico. Me lembro de uma determinada parte do sonho. Eu e ele, a gente entrava na casa de um homem de meia idade, excêntrico e íamos roubar gatos, no meio da nossa aventura criminosa, eu achava um bicho preguiça, e, a princípio não tinha identificado que era uma preguiça, mas depois, depois de olhar bem pra cara dela, percebi que era uma preguiça. E eu entregava essa preguiça na mão dele, pra ele cuidar.
Eu sempre falo demais, me exponho demais, me expresso demais, espero demais.
Eu nunca sei ser diferente, por mais que tente. E as pessoas não me entendem, ou eu não entendo a falta de naturalidade das pessoas. Me sinto bizarra, estranha e solitária nesse mundo de aparências e obrigações. Discurso recorrente em minha vida. Hoje, particularmente hoje, acordei me sentindo muito estranha, mais estranha do que de costume. Pulei pra cama da Aline. Ela tb disse q se sentia estranha. Fomos no mar tirar a ziquezira. E foi maravilhoso. Tomamos caldo, enfrentamos as ondas gigantes, pegamos sol , e, aparentemente, melhoramos. Agora vamos cozinhar berinjela, arroz integral, soja, amor, carinho, pulsar e desejo.Me sinto cmo Zilá. Muito Zilá.
Eu nunca sei qdo tá tudo mal, nem entendo as pessoas direito. Acho as pessoas muito complicadas. Prefiro os bichos. Eu nunca sei ficar mal com alguém. Eu amo muito, muito tudo e muito rápido e muito fácil e todo mundo. Eu nunca sei exatamente o que dizer, o que fazer, ou se devo, ou se posso, ou se quero. Porque detesto não me sentir à vontade, detesto a forçação de barra. Nem sei ao certo por que estou aqui, ou ali, ou lá. Eu nunca esqueço o que passou. Eu nunca deixo de desejar o que ainda não veio. Eu nunca sei o que eu quero. Mas isso eu já disse, então, isso eu sei. Eu sou sempre a estranha, ao contrário do livro que organizaram do Leminski, não sou uma ex-estranha, mas uma muito atual estranha. Talvez porque ainda esteja viva, qdo morrer, como ele, serei ex.
Tive sonhos bem estranhos esta noite, e ele tava em todos os sonhos. Achei estranho, enigmático e simbólico. Me lembro de uma determinada parte do sonho. Eu e ele, a gente entrava na casa de um homem de meia idade, excêntrico e íamos roubar gatos, no meio da nossa aventura criminosa, eu achava um bicho preguiça, e, a princípio não tinha identificado que era uma preguiça, mas depois, depois de olhar bem pra cara dela, percebi que era uma preguiça. E eu entregava essa preguiça na mão dele, pra ele cuidar.
Eu sempre falo demais, me exponho demais, me expresso demais, espero demais.
Eu nunca sei ser diferente, por mais que tente. E as pessoas não me entendem, ou eu não entendo a falta de naturalidade das pessoas. Me sinto bizarra, estranha e solitária nesse mundo de aparências e obrigações. Discurso recorrente em minha vida. Hoje, particularmente hoje, acordei me sentindo muito estranha, mais estranha do que de costume. Pulei pra cama da Aline. Ela tb disse q se sentia estranha. Fomos no mar tirar a ziquezira. E foi maravilhoso. Tomamos caldo, enfrentamos as ondas gigantes, pegamos sol , e, aparentemente, melhoramos. Agora vamos cozinhar berinjela, arroz integral, soja, amor, carinho, pulsar e desejo.Me sinto cmo Zilá. Muito Zilá.
Por que os homens são tão estranhos?
3 comentários:
Nossinhooooooooooooraaaaaaaaaaaaa!!!!!
Amiga, eu sempre te amo sempre e cada vez mais!
Eu estava tão sensível nos últimos meses, chorando fácil...Até com comercial de cerveja.Por isso evitei ler-te aqui.Muito de mim em você ,e vice-versa. Dose extra de tudo que sinto e vivo.Eu iría desidratar.
Mas, agora que ando bebendo mais água e saliva alheia, me dou o direito de sentir.Que lindo e que delícia a ordem que você dá para o caos de nossas vidas!!!!!!!!!!!!!!!
Você sabe que eu assino em baixo de tudo,somos tão iguais!!!!!!!!!Acho que reagimos diferente, mas sentimos igual.Eu também já me peguei pensando sobre as picadas, e sobre a desmedição em me dar, e também não sei mudar. Parabéns pela maravilhosa e delicada renda que você tece com os fios absurdos da experiência!!!!!!!!!!
Abraços apertados e infinitos, e agora poderei te mandar as fotos enfim.
Paula-caótica, não ande atrás de ajeitar os passos. Prossiga, pois, Paula-a-Paula sabe extrapolar, explodir, exportar e extorquir uma risada. Consiguir ser em excesso faz falta a muitos.
Chico in-log-off
flores pra vc!
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