Quando a gente, enfim, ou nem tanto, se dá conta do tempo,
aquela ventania sacode aqui dentro, e os passos, antes seguros,
passam a oscilar, uma vez mais: incertos.
Insanos, navagendo na contra-mão do
caos vigente na cidade
de sonhos frustrados
e piadas, que jocosas, nada valiam.
De nada, agradecemos os agradecimentos.
Nostálgica certeza de se esparramar em outros cantos,
conto do canto da cama de alguém.
Vieram as setas, magnânimas de rodopiar: apontaram o nada.
Ao meu vazio, vazio este que brota aqui dentro,
ao teu vazio, vazio este que brota aí dentro: brindo!
Tim-tim
E vamos lá, seguindo em frente...
sem perceber tanto, nem tão pouco.
3 comentários:
Do vazio viemos,
Ao vazio retornamos.
Não?
Simples como respirar.
O vazio é que nos move.
Quanto tempo!........................
Pois veja...
Talvez o que nos tirou de uma caverna, tenha sido a esperança de encontrar a luz que ilumnava um novo mundo.
Porquê nos sentimos felizes?
Por mudarmos, percebe? Mudar sempre acaba nos colocando em novos rumos. Enxergamos novas cores... outros horizontes.
Sou suspeito!
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