Uma vez viram em minha perna, onde seria uma flor, uma âncora.
Eu, sem entender ao certo o que isso dizia, me fiz de rogada e disse que era uma flor, um botão de rosa vermelha. Não havia percebido das sutilezas e nuances que vinham com tais palavras.
Hoje, depois de tanto conversar, convergir, confluir e assimilar, vejo que esse meu amigo estava certo. E, quando olho minha perna vejo ali mesmo, onde antes era uma flor, o indistinto formato de uma âncora.
Uma âncora que nasceu da tempestade, que surgiu, enraizada nas flores, pra não se perder em meio às soberbas ondas...
Estou, aqui, ancorada.
Me parece que você já tem um norte possível.
Um comentário:
só tem âncora quem navega por águas e águas de mares e mares.
orgulho de vc!
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