Um dia perguntei pro rato como é que se fazia poeira.
e ele perguntou ao chão, que perguntou à terra, que buscou o vento,
que foi atrás dos acontecimentos, que chamou a vassoura, que disse que ia jogar tudo fora, que despejou na lixeira, que foi pro lixão, que encarou o urubu, que olhou pro céu e gritou:
chuva!
é o tempo.
3 comentários:
tem um ar de fabulazinha misteriosa, sem lição de moral mas com muito o que pensar...
lindo! Tipo as histórias que agente conta pras crianças pra lembrar que agente foi e é sempre um pouco criança...
Tempo, sempre ele, um sr.cheio de respostas.
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