Mi musa,
meu corpo dói, tenho passado por dores físicas; coisas me atravessam e me sinto como Frida Kahlo.
Ainda assim, nada tem me impedido de seguir experimentando/experenciando as multiplicidades.
Nem a dor, porque ela é pequenina diante da vontade. A dor é só mais uma coisa; e não é só, nem coisa.
Nem tão apenas, nem tão somente.
Como num sonho...
me vejo num trem.
Nem a dor, porque ela é pequenina diante da vontade. A dor é só mais uma coisa; e não é só, nem coisa.
Nem tão apenas, nem tão somente.
Como num sonho...
me vejo num trem.
Esse trem de doido que leva a gente pra destinos não sabidos, nem esperados, que não tem governo, nem segue planos.
Talvez esse trem me leve até você, talvez seja uma das paradas possíveis.
O que diz respeito ao meu desejo, se apresenta em forma de sutil canção,
à qual murmuraria a teus pés -de joelhos, pois é como te vejo: profeta do não-ser.
Nada te cabe, nem você mesma.
O mundo é muito grande e de tão grande, se torna, por vezes, pequeno.
Talvez esse trem me leve até você, talvez seja uma das paradas possíveis.
O que diz respeito ao meu desejo, se apresenta em forma de sutil canção,
à qual murmuraria a teus pés -de joelhos, pois é como te vejo: profeta do não-ser.
Nada te cabe, nem você mesma.
O mundo é muito grande e de tão grande, se torna, por vezes, pequeno.
Somos todas meio curuminhas, apressadas, precoces, abandonadas, maltratadas
- e sedentas.
- e sedentas.
uma brisa que te acalente, numa rede que balance, com o calor na medida certa.
Um comentário:
sede excessiva que desbrava mundos...
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