bambeando, tateamos nossas paragens mais íntimas,
(in)solitude de cada si.
tatuagem no peito, ombro aberto pro abraço,
voltas reviradas reviravoltam pro nosso mútuo nada.
temos tudo.
música feita ao pé do ouvido; filho chora ao banhar-se: cotidiano-mos.
queria te escrever uma letra-lira, musicalidade nossa de dia a dia cansado.
ira minha pomba-gira, sorte "ipelança", preto-velho.
toc, toc, toc...
deixemos alguém entrar em nosso íntimo coração anestesiado.
um abraço forte
um forte abraço
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