3 de mai. de 2007

Tão de longe...




Perguntei pro I Ching
e ele não me respondeu, 
não me disse de vc.
Deixei ele no canto, de castigo... 
 
Tudo vago, muito vago...
e eu, por minha vez,  vago tb, continuo a vagar.
Errante, meliante e melindrosa, sem deixar de
me soltar vez ou outra... complicada por aí.

me encontrei com lembranças perdidas
e me lembrei de toda aquela
nossa loucura d’alma,
de toda nossa dança particular sem testemunhas.


Já faz um tempo, um tempo razoável, eu diria até.
Vc, seus afazeres profissionais. 
Eu, toda essa multiplicidade simplória. 
Nós? 
talvez um dia.  

Eu continuo como sempre,
Falando pouco, coisas desconexas e soltas,
me esforçando para não parecer uma estúpida.

Dias e dias  a fio
a te esperar, te procurar, te auscultar à toa,
de prazer.
procurar vc em outros verbos, outras conjugações,
tempos e flexões.


Quero ainda um ideário de nossas memórias remotas...
assim terei a ilusão de um registro, qq coisa de concreto do que já se foi.
Uma espera, um bilhete, uma fita, um retrato, uma chave esquecida.
Quero regozijar mais um pouco tudo que se  passou.
Quero o que não tivemos aí:
um beijo sequioso num longo e derradeiro adeus de recomeço.






Não quero continuar seguindo adiante.
Sempre vai sobrar espaço.

O teu.
Só teu.












Um comentário:

Blog dos alunos Allan Diego Brito, Matheus Bolognini e Danilo Ferraz da Disciplina: LABORATÓRIO: REVISTA Turno: NOTURNO. Professora ANDRESSA ZOI NATHANAILIDIS disse...

consegui aquela parada que faz
a felicidade da nação regueira,do
guitarrista dos rolling stones e da galera da ciençias sociais...