26 de nov. de 2008

cineclube

E foi na mescla fragmentada, naquela colcha de retalhos anárquica,
que vi certos resquícios da felicidade acreditada.
Foi, foi como um maremoto de sensações, acasos, ocasos, que juntos, casavam perfeitamente.
Era o índio, as flores, a velha prostituta na janela e a idéia de justiça arraigada em cada poro.
Faltava uma boa trilha, ou seria o próprio som captado- é, assim ficaria melhor.
Quando nos demos conta, tinhamos um filho. Um filho ali parido do coletivo, gerido e gerado por um grupo - isso realmente me deixa orgulhosa. E agora, provavelmente, caberia a nós vê-lo crescer, deixá-lo ensaiar seus primeiros passos e talvez, voar.
E tudo começou como um bate-papo solto, sem pretensões, uma coisa à toa, um redemoinho de idéias colecionadas...
e a felicidade de ver o concreto, é mais do que felicidade, é realização!
foi assim!

2 comentários:

Anônimo disse...

REalmente não tem como definir asensação de ver o que por nós foi gerado, a própria criação dar os primeiros passos, andar! Depois cahar andar pouco criar asas e voar!

Felipe disse...

o coisa boa ver realizações por aí no seu coração.

por aqui as coisas estão encaminhando de uma maneira cada vez mais tranquila pra mim. será só vc chegar. :)
beijo beijo beijo