Continuo com as palavras presas.
E isso já resultou em afta e certos distúrbios corporais...
Percebo que nem sei formular frases coesas pra apresentar-lhe...
nenhum centímetro de coerência me aproximaria de ti.
Como não sofrer dessa prisão de palavras?
Espero por uma rebelião, um motim, algo que transforme esse cenário...
e, a cada noite, deito-me com a esperança
...
à espera de ti ao meu lado...
acordo!
eu sei que as coisas mudaram, mas meus olhos ainda não conseguiram ver.
mas, agora, as palavras fogem, somem, se escondem e se perdem...
demasiado presas e soltas demais dançam no descompasso das minhas aflições recolhidas.
Sinto o vento refrescar os meus pés. A cada passo, penso em ser ESSE um único trajeto...
Pra um único trajeto, será mesmo que é ESSE o caminho?
Reflito sobre os entreatos e as entrelinhas do meu jardim, mas por aqui, só colho manjericão e amoras. Nada de mim, nada de você.
A insatisfação é a companheira constante e vem sempre acompanhada da paralisia letárgica de quem só sabe reclamar.
o que fazer pra mudar e o que mudar pra fazer?
Pra onde vou, agora?
Pra onde vou sem vc?
Só sei desse vento...
que, daqui, sai do ventilador quase quebrado.
3 comentários:
lindo Zilá!Intenso...Vamos nos ver sim! Quinta tem sunrise no teacher's pub! Anima? Beijos, flor...muita coisa nova pra contar...
o outro comente era meu tb, mas deletei pq tinha errado o português...rs
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