Era.
E era pra ter sido.
Ou viria a ser.
Viraria, talvez, ainda.
Seria muito próxima de Ana - a grande mestre de suprema e irrestrita identificação felina.
Mas havia outras tendências: coisas psicológicas; anacrônicas; paradoxais; folhetinescas... Ah... sempre.
Então, ontem mesmo foi algo do tipo bege.
Apesar de sempre preferir cores expressivas, rendeu-se, desta vez, aos bons modos.
Fêmeas sedentas de sexo, pelas avenidas e bares- como Maysa, talvez- colhem as possíveis possibilidades sutis. E - pausa para o riso- coitadas... voltam pra casa com números. Contas a pagar, penduraras, abandonas, proteladas... sempre elas.
E tem visto coisas que até o diabo dúvida, viu?
Mas, realmente, tudo muito bom, por ora.
Valeu mesmo, rapaz, obrigada pela dica.
Ah, e você, como anda?
Ah, desculpe, o tempo, tal qual sinal fechado, me impede, quanto tempo, eu sei.
Eu vou indo.
Indo num estado "Entre".
E no meio, por meio, ao lado de uma possibilidade e outra, percebo a chama acesa em teus olhos vítreos. Mesmo e ainda por trás da tela.
Quando tempo, pois é.
O sinal tá amarelo.
E ninguém ousa atravessar.
Quanto tempo, eu sei. Quanto tempo.
4 comentários:
Amarelo é o sinal... pra arriscar... e o que for, será. não seria?
Que graça! Adorei cá!...
Bjo
Manu Dulce
Amarelo é um ponto de vista.
Quase vermelho... Quase verde...
Há que se aprender a passar por cima das coisas em certas ocasiões, e o sinal se abre conforme nossa vontade.
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